A doutora Mônica Beier, médica homeopata, coordenadora da residência médica de Homeopatia do HPRB Betim e da especialização em Homeopatia do Instituto Mineiro de Homeopatia, atua no hospital público regional de Betim, Minas Gerais e está auxiliando no combate à epidemia de COVID-19 na cidade, por meio da implantação do tratamento médico homeopático hospitalar.

Ela nos conta que a homeopatia já foi usada na cidade de Betim, no controle da epidemia de dengue, onde a distribuição do medicamento do gênio epidêmico foi realizada antes que as pessoas fossem acometidas pela doença. E como resultado da implantação do uso, notou-se a ocorrência de sintomas mais brandos nos pacientes.

Além disso, doutora Mônica  explica que devido a adesão ao uso da homeopatia em epidemias anteriores e pelos resultados benéficos, sua equipe foi novamente chamada pela prefeitura para auxiliar no enfrentamento da atual epidemia de COVID-19.

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O medicamento do gênio epidêmico na COVID-19

De acordo com a doutora Mônica, foi proposto um medicamento do gênio epidêmico da COVID-19. Publicado por meio de uma nota técnica da medicina homeopática, um plano de auxilio homeopático à saúde em ocasião de pandemia de COVID-19 para a cidade, no uso do Tratamento médico homeopático hospitalar.

Segundo a doutora Mônica, os medicamentos foram sugeridos  pelos próprios médicos homeopatas, pela auto experimentação. Comparando os sintomas experimentados, pelos apresentados pelos pacientes positivos de COVID-19. E, posteriormente, discutidos entre os médicos homeopatas que também realizaram o auto estudo. Portanto neste momento não foi feita experimentações dos medicamentos nos enfermos.

O medicamento homeopático Phosphorus foi eleito pela semelhança com a maioria dos sintomas da COVID-19.  Além disso a doutora Mônica relata o destaque para os sintomas de afastamento e o medo de morte por afogamento, o medicamento se assemelha a enfermidade de COVID-19. Uma vez que esses sintomas são muito descritos pelos pacientes acometidos. Por essa razão a escolha desse medicamento, no entanto ela não descarta a possibilidade da mudança de medicamento se necessário.

O medicamento do gênio epidêmico, foi oferecido em dose única, na potência 30 CH. Na forma farmacêutica de glóbulos.  Manipulada pela farmácia homeopática pública de Betim.

Foi fornecido um sachê com 5 glóbulos, um para o paciente e o restante para os que têm contato com ele. A medicação foi ofertada inicialmente para o grupo de risco.

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A implantação do tratamento médico homeopático hospitalar 

Além disso, foi elaborado um protocolo dentro do hospital, em relação ao tratamento médico homeopático hospitalar, propondo que seja fornecido a todos os pacientes o medicamento homeopático assim que eles chegarem ao atendimento, com suspeita de COVID-19.

No hospital de campanha que atende os pacientes com COVID-19, na cidade também está sendo entregue aos pacientes a medicação, no primeiro dia internação. Os pacientes do hospital de campanha que tem agravamento, são levados a CTI do hospital. E esses pacientes são reavaliados em relação a medicação, e se necessário é realizada a individualização do tratamento, pela observação dos sintomas diferentes que os pacientes apresentam.

 

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