Alterações nos hábitos de higiene, distanciamento social e desaceleração da economia foram algumas das mudanças causadas pela pandemia de COVID-19 na vida de bilhões de pessoas em todo o mundo.

Causada pelo vírus SARS-CoV-2 o COVID-19 é uma doença respiratória de leve a grave. Sendo que os primeiros casos foram reportados em dezembro de 2019 na China. Conhecido desde 1960 o coronavírus é uma família viral que provoca infecções respiratórias em animais e seres humanos.

Os sintomas do COVID-19 são: febre que não passa nem com medicamento, tosse seca ou com catarro, dificuldade para respirar, fadiga, dor nas articulações, tosse com sangue, olhos inchados, dor na caixa tórax, arrepios, náuseas, vômito, nariz entupido, problemas de pele, frieiras e problemas neurológicos.

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Muitos infectados não apresentam sintomas, assim como 80% dos contaminados não precisam de tratamento especial durante a recuperação. Idosos, pessoas com problemas cardiovasculares, diabetes e pressão alta são mais suscetíveis ao novo coronavírus. Assim como portadores de doenças pré-existentes e pessoas com sistema imunológico em baixa.

Alguns pacientes apresentaram formação de coágulos sanguíneos, problemas cardíacos e AVCs, ainda segundo cientistas da Universidade de Medicina de Nanjing (China) alguns pacientes desenvolveram problemas renais agudos e complicações urinárias. Bem como alterações nos hormônios masculinos, em função disso os jovens que enfrentaram o problema precisam consultar um especialista se futuramente desejam ter filhos.

Como acontece o contágio do COVID-19

A transmissão ocorrer a partir do contato com secreções que são liberadas através de espirro, tosse, catarro, gotículas de saliva, contato pessoal próximo (toque, abraço e aperto de mão) e contato com objetos e superfícies contaminadas. Por isso o distanciamento é tão importante, uma vez que ficar próximo de uma pessoa infectada aumenta as chances de contágio.

Pessoas que não apresentam sintomas da doença podem transmitir o vírus, esse tipo de contágio é conhecido como “disseminação pré-sintomática”, pois, o indivíduo ainda vai manifestar os sintomas. Já a “disseminação assintomática” se refere aos indivíduos que não desenvolvem os sintomas, mas pode transmitir a doença. Segundo dados do CDC dos EUA 35% dos infectados pelo COVID-19 são assintomáticos.

Não existem evidências de que o novo coronavírus pode ser transmitido pelos alimentos, quando foi analisado o risco de contágio em epidemias semelhantes esse tipo de transmissão não aconteceu.

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