A tecnologia já faz parte do dia a dia das pessoas. Porém essas ferramentas inovadoras também podem garantir o avanço da medicina e ainda, torna-lá mais acessível. Desse modo, com o objetivo de alcançar melhores diagnósticos e tratamentos mais eficazes, o Congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica – ASCO-2019, apresentou muitas novidades.

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Compartilhamento de dados de pacientes:

Nesse sentido, um dos estudos apresentados no congresso mostra uma tendência dentro da medicina moderna, o compartilhamento de dados de pacientes. A ideia é utilizar as informações para estudos científicos e ajudar profissionais do mundo todo. No entanto, a maior preocupação diante da criação de um banco de dados, é a preservação do anonimato dos pacientes. Assim, manter a ética é fundamental quando se pensa em tecnologia dentro da medicina.

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Os testes genéticos e o risco da exposição na rede:

Por meio dos testes genéticos é possível ter acesso a informações valiosas, que podem prevem doenças a longo prazo, por exemplo. Com isso, nos Estados Unidos a realização desses testes genéticos está cada vez mais acessível a população. Porém, os riscos a uma exposição desse conteúdo, que é único e exclusivo de cada paciente pode causar prejuízos as pessoas.

Assim, a realização desses testes sempre vem acompanhado de um termo de responsabilidade, que na maioria das vezes não é lido por completo pelos pacientes, que simplesmente assinam. E sem saber estão permitindo o uso desse material. Além disso, em outros casos os pacientes sabem que seu material genético irá para um banco de dados, para elaboração de estudos, por exemplo. E cada vez que as empresas utilizam esses dados, as pessoas envolvidas são retribuídas financeiramente por esse compartilhamento.

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Tecnologia que ajuda no controle da dor:

No mesmo sentido, a tecnologia otimizou o cuidado com a saúde. O estudo sobre o uso do aplicativo ePAL, é um dos exemplos que mostram a inovação e ainda, em até que ponto a tecnologia pode interferir no tratamento de doenças.

Assim, o estudo sobre o uso desse aplicativo, mostra a interação da tecnologia com os pacientes dentro de casa. O aplicativo foi desenvolvido especialmente para pacientes com câncer, na tentativa de orienta-lós durante o tratamento da dor e ainda conecta-lós diretamente com seus médicos, sem a necessidade de buscar um pronto atendimento.

Como resultado, o uso dessa tecnologia conseguiu distinguir a dor urgente e não urgente dos pacientes oncológicos. Fornecendo a eles mensagens educacionais, como por exemplo quando tomar cada medicamento e em qual horário. No entanto, o uso dessa modernidade causou ansiedade em alguns pacientes. Uma vez que esses se sentiram inseguros diante da situação.

E ainda, os dados do estudo mostram que após oito semanas, o nível de dor dos pacientes que usaram o aplicativo diminuiu em 20%. No entanto, o que mais chamou atenção dos pesquisadores foi a redução de 69% de chances desses se locomoverem até um atendimento presencial, devido a dor, em comparação com o grupo controle, que não fez uso do aplicativo.

Em resumo, é possível que o uso de tecnologias possa auxiliar as pessoas e ainda reduzir a lotação dos hospitais, trazendo benefícios para saúde pública. Com isso, os criadores do aplicativo já tem novos planos e pretendem estudar ainda mais essa forma de cuidado no tratamento de doenças como o câncer.

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