As doenças crônicas colocam os pacientes no grupo de risco da atual pandemia de COVID-19. Em contraste com os adultos que contraem essa doença, a maioria das crianças e adolescentes infectados pelo SARS-CoV-2 exibem um quadro clínico mais leve desse doença.

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Pacientes jovens apresentaram uma resposta adequada ao tratamento e curta duração à resolução do COVID-19.

No entanto, as populações adolescentes foram pouco avaliadas no contexto dessa infecção emergente. Um estudo recente relatou 72.314 pacientes com COVID-19 do Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças, onde 1% dos pacientes eram adolescentes.

Da mesma forma, um estudo com 4.212 pacientes da República da Coreia, mostra que desses infectados, 4% eram adolescentes. E ainda outro estudo chinês, com 2.143 pacientes pediátricos, mostrou que 35% dos também faziam parte desse grupo.

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A prevalência de adolescentes com doenças crônicas tem aumentado

Doenças crônicas preexistentes elevam considerável morbimortalidade desses pacientes. Além disso, um perfil elevado de citocinas associado a essa complicação inclui principalmente aumentos nos níveis de interleucina 2, e 7, fator estimulador de colônias de granulócitos e níveis de fator de necrose tumoral-alfa.

Como resultado, os diagnósticos mais prevalentes das doenças crônicas em adolescentes são: asma, obesidade, câncer, diabetes mellitus, doenças autoimunes.

Em conclusão as doenças crônicas preexistentes em adolescentes com COVID-19 podem estar associadas ao risco de progressão para a doença grave, e até aos óbitos.

As recomendações previstas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para prevenção e cuidados com a sanidade física e mental dos adolescentes devem ser reforçadas durante esse período de necessidade de isolamento social.

A homeopatia tem muito a contribuir no tratamento das doenças crônicas, além da melhora da imunidade, pilares fundamentais para o enfrentamento da atual epidemia de COVID-19. Acesse o blog da AMHB e acompanha as ações para o combate ao COVID-19:https://amhb.org.br/blog/

Acesse esse estudo na integra em: http://www.revistas.usp.br/clinics/article/view/169283.